Ações/ITUB

ITUB Itaú Unibanco Holding S.A.

Serviços financeirosAmérica LatinaBrasilCertificado por blockchain

$8.14

Objetivo: $9.60 (+17.9%)

P/E Ratio

10.3

P/E Forward

8.7

Dividendo

6.5%

Cap. Mercado

$89.7B

EPS

$0.79

Consenso

Compra

O que fazem

O Itaú Unibanco (NYSE: ITUB) é o maior banco privado do Brasil e de toda a América Latina. Faz o que um banco gigante faz: contas, cartões de crédito, empréstimos a pessoas e empresas, seguros, corretagem e investimentos, com uma carteira de crédito de R$ 1,5 trilhão (+9% na comparação anual). Formado na sua configuração atual pela fusão de Itaú e Unibanco (2008).

Como se compra (o ADR): na Bolsa de Nova York negocia como ITUB, e 1 ADR equivale a 1 ação preferencial (ITUB4) listada em São Paulo. Você recebe os dividendos em dólares. Por isso o preço em Nova York se move com duas coisas ao mesmo tempo: como vai o banco e a taxa de câmbio real/dólar.

Por que é um banco especial:

  • Rentabilidade de elite. No 1º tri de 2026 o retorno sobre o patrimônio (ROE) foi de 24,8% — ou seja, ganhou quase 25 centavos ao ano para cada real de capital dos donos. Pouquíssimos bancos grandes no mundo chegam a esses níveis; os grandes dos EUA e da Europa costumam ficar em torno de 10-15%.
  • Qualidade de ativos recorde. A inadimplência acima de 90 dias ficou em apenas 1,9% — das mais baixas da sua história. Empresta muito, mas cobra bem.
  • Eficiência recorde. O índice de eficiência no Brasil caiu para 37,1% (quanto menor, melhor: significa que gasta pouco para gerar cada real de receita).

O último trimestre (1º tri 2026, divulgado em 5 de maio):

  • Lucro recorrente: R$ 12,3 bilhões (+10,4% frente ao mesmo trimestre de 2025).
  • ROE recorrente anualizado: 24,8%.
  • Carteira de crédito: R$ 1,5 trilhão (+9% na comparação anual, sem efeito cambial), puxada por crédito a empresas.
  • Inadimplência 90 dias: 1,9% (estável, em mínimas).

O contexto do Brasil (chave para um banco):

  • A taxa Selic está em 14,25% — altíssima (o pico foi 15%). Com juros assim, um banco que capta depósitos baratos e empresta caro ganha spreads enormes. O banco central mal começou a cortar com cautela (três cortes de 0,25%), então as margens seguem gordas.
  • O real se fortaleceu para ~5,15 por dólar (subiu ~7% frente ao dólar no último ano). Para quem tem o ADR em dólares, isso é vento a favor.

Dividendo (a estrela): o Itaú distribui quase todo mês, mais pagamentos periódicos maiores sob a figura brasileira de 'juros sobre capital próprio' (JCP). Somado nos últimos 12 meses, rende ~6,5% ao ano no preço de hoje — um dos melhores rendimentos da carteira. Atenção: uma parte é fixa e pequena (os pagamentos mensais) e outra é maior e variável (depende dos lucros do ano).

Liderança: CEO Milton Maluhy Filho (desde fevereiro de 2021). Sede em São Paulo, Brasil. ~100.000 funcionários.

Valuation: ~10x o lucro dos últimos 12 meses e ~8,7x o lucro projetado — barato para um banco desta qualidade. Valor de mercado: ~US$ 90 bilhões. Consenso dos analistas: 'Compra', com alvo médio de ~US$ 9,5-10 (o JPMorgan elevou para US$ 10 em 7 de julho de 2026).

Por que gostamos

ITUB a US$ 8,14 é reforçar uma das melhores máquinas de rentabilidade bancária do mundo, comprada barata e pagando um rendimento suculento. Lembre: já o tínhamos desde 27 de maio (~US$ 7,97) — isto é um reforço, não uma posição nova — e o compramos de novo porque a história só melhorou. Razões específicas:

  • Rentabilidade de elite, confirmada: no 1º tri 2026 (divulgado em 5 de maio, depois da nossa primeira compra) o ROE foi de 24,8% — poucos bancos grandes no planeta ganham tanto por real de capital — com lucro recorrente de R$ 12,3 bilhões (+10,4% na comparação anual), a melhor qualidade de ativos da sua história (inadimplência de apenas 1,9%) e recorde de eficiência (37,1%).
  • O dividendo — a estrela: paga quase todo mês mais pagamentos periódicos de 'juros sobre capital próprio', que somam ~6,5% ao ano no preço de hoje. É um dos melhores rendimentos da carteira e uma razão central para ter este pick.
  • Barato para a sua qualidade: negocia a ~10x o lucro e ~8,7x o projetado; um banco que rende ~25% sobre o patrimônio normalmente custa mais caro.
  • O vento macro ajuda o ADR: a Selic segue altíssima (14,25%), mantendo enormes as margens do banco, e o real se fortaleceu para 5,15 por dólar (subiu ~7% no ano) — como recebemos em dólares, um real mais forte soma para nós.
  • Reforço com mais apoio do que em maio: desde a nossa primeira compra, o Itaú reportou um trimestre recorde em qualidade e eficiência, o JPMorgan elevou o alvo para US$ 10 (7 de julho) e o consenso segue em 'Compra' com alvo médio ~US$ 9,5-10 (~+17-23% acima). Honestidade: continua sendo Brasil, e o ADR está a um passo da máxima de 52 semanas (US$ 9,60) — não é pechincha escondida, é qualidade comprada a preço razoável com bom rendimento.

Risco Principal

Riscos:

  • É Brasil — o nº 1: a política e a economia brasileira mandam sobre este banco. Um susto eleitoral, uma mudança fiscal ou uma recessão atingem em cheio um emprestador tão grande.
  • O vaivém do real frente ao dólar: como você tem o ADR em dólares, se o real se enfraquece frente ao dólar seu investimento vale menos em dólares mesmo que o banco vá bem no Brasil. Hoje o real está forte (~5,15), mas isso pode reverter rápido.
  • A Selic já começou a cair: a taxa de juros recuou do pico de 15% para 14,25% e pode continuar. Juros mais baixos, com o tempo, apertam as margens que hoje tornam o banco tão rentável (embora também reativem o crédito, então é uma faca de dois gumes). E a inflação do Brasil (projetada em 5,2% para 2026) segue acima do teto do banco central.
  • Ciclo de crédito: hoje a inadimplência está em mínimas (1,9%), mas num banco isso é o melhor que fica — se a economia desacelera, a inadimplência sobe e os lucros caem.
  • Concorrência de fintechs: o Nubank (o banco digital brasileiro, hoje com mais de 100 milhões de clientes) disputa clientes de varejo, sobretudo os mais jovens, com produtos gratuitos e app superior.
  • Parte do dividendo é variável: os pagamentos mensais fixos são pequenos; o grosso desses ~6,5% depende dos lucros do ano — se o banco ganha menos, distribui menos.

Este é um conteúdo educacional e informativo, não assessoria financeira. Sempre consulte um assessor financeiro qualificado antes de tomar decisões de investimento.

Vectorial Data escolheu ITUB em 2026-05-27 a $8.14.

Research Completo

Itaú Unibanco (ITUB) — Research Completo

RECOMPRA (refuerzo) · Precio: $8.14 | P/E TTM: ~10x | P/E fwd: ~8.7x | Div Yield: ~6.5% | Market Cap: ~$90 mil millones USD

Primera compra: 27 may 2026 (~$7.97). Hoy reforzamos a $8.14 (+2%).

¿Qué es Itaú Unibanco?

El banco privado más grande de Brasil y de toda América Latina. Banca minorista y corporativa, tarjetas, seguros, corretaje y gestión de activos, con una cartera de crédito de R$1.5 billones (millones de millones). Nace de la fusión de Itaú y Unibanco (2008). Sede en São Paulo, Brasil. ~100,000 empleados. CEO: Milton Maluhy Filho (desde febrero de 2021).

El ADR: en NYSE cotiza como ITUB y 1 ADR = 1 acción preferente (ITUB4) de São Paulo. Los dividendos se cobran en dólares. El precio en Nueva York se mueve con el desempeño del banco y con el tipo de cambio real/dólar.

Último trimestre (Q1 2026, reportado 5 may 2026)

MétricaQ1 2026
Utilidad recurrenteR$12.3 mil millones (+10.4% anual)
ROE recurrente (anualizado)24.8% — de los más altos de la banca mundial
Cartera de créditoR$1.5 billones (+9% anual, sin efecto FX)
Morosidad >90 días1.9% (estable, en mínimos)
Índice de eficiencia (Brasil)37.1% (récord — mientras más bajo, mejor)
Costo del créditoR$9.95 mil millones

Lectura: el trimestre confirmó exactamente la tesis con la que compramos en mayo — rentabilidad de élite, la mejor calidad de activos de su historia y récord de eficiencia.

Valuación y mercado

DatoValor
Precio (ADR)$8.14
P/E TTM~10x (EPS TTM ~$0.79)
P/E forward~8.7x
ROE TTM~22% (recurrente Q1 anualizado: 24.8%)
Market cap~$90 mil millones (≈11 mil millones de acciones)
Rango 52 semanas$5.93 – $9.60
ConsensoBuy
Target promedio~$9.5-$10 (~+17-23%); JPMorgan lo subió a $10 el 7 jul 2026

El contexto de Brasil (clave para un banco)

  • Selic en 14.25%: altísima (pico 15%). El banco central apenas empezó a bajarla con tres recortes de 0.25% desde marzo. Con tasas así, un banco grande gana spreads enormes — los márgenes siguen gordos.
  • Inflación 2026 proyectada en ~5.2%, arriba del techo (4.5%) del banco central — motivo por el que la Selic no baja rápido.
  • Real fortalecido: USD/BRL ~5.15 (el real subió ~7% frente al dólar en el último año). Para el ADR en dólares, es viento a favor.

Dividendo (la estrella del pick)

  • Itaú reparte casi todos los meses (pagos fijos pequeños, ~$0.003 por ADR) más pagos periódicos más grandes de 'intereses sobre capital propio' (JCP).
  • Sumado en los últimos 12 meses: ~$0.53 por ADR = ~6.5% anual a $8.14 — de las mejores rentas del portafolio.
  • Ojo: una parte es fija (mensual) y otra es variable (depende de las ganancias del año).

Qué cambió desde mayo (por qué reforzamos)

  • Q1 2026 confirmó la tesis: ROE 24.8%, morosidad récord de 1.9%, eficiencia récord 37.1%.
  • La Selic empezó a bajar (15% → 14.25%): mantiene márgenes gordos hoy y, al aflojar, puede reactivar el crédito — mildamente positivo para valuación.
  • El real se fortaleció hacia 5.15/dólar: tailwind directo para el ADR en dólares.
  • JPMorgan subió el target a $10 (7 jul 2026); consenso sigue en 'Buy'.
  • Precio: de ~$7.97 (may) a $8.14 (hoy) — la historia mejoró más que el precio.

Anchor Fact

Itaú gana casi 25 centavos de utilidad al año por cada real de capital de sus dueños (ROE ~25%) — una rentabilidad que pocos bancos grandes en el mundo logran — y aun así cotiza barato, a unas 10 veces sus ganancias, mientras te paga alrededor de 6.5% anual en dividendos casi todos los meses.

Top 6 Risks

  • Es Brasil — política y economía brasileña mandan; sustos electorales o fiscales golpean directo
  • Real/dólar — el ADR está en dólares; un real más débil te resta aunque al banco le vaya bien
  • La Selic ya empezó a bajar (15% → 14.25%) — con el tiempo aprieta márgenes; inflación 2026 ~5.2% sigue arriba del techo
  • Ciclo de crédito — morosidad hoy en mínimos (1.9%); si la economía se frena, sube y las ganancias bajan
  • Nubank y fintechs — el banco digital brasileño (100M+ clientes) le pelea a los minoristas jóvenes
  • Dividendo parcialmente variable — el grueso del ~6.5% depende de las ganancias del año

Analyst Consensus

  • Rating: Buy
  • Target promedio: ~$9.5-$10 (~+17-23% desde $8.14)
  • JPMorgan: Overweight, target subido a $10 (7 jul 2026)
  • Rango 52 semanas: $5.93 – $9.60

Tesis en una línea

El banco más rentable y mejor administrado de América Latina, comprado barato (~10x utilidad) y pagando ~6.5% anual — un refuerzo de calidad respaldado por un trimestre récord y una Selic que aún mantiene sus márgenes gordos.

Research fecha: 9 Jul 2026 | Próxima revisión: Ene 2027

Esto no es asesoría financiera.

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Pesquisado: 27/05/2026Atualizado: 09/07/2026Próxima revisão: 09/01/2027

Isso não é assessoria financeira. Consulte um assessor financeiro certificado.

O autor pode manter posições nos títulos discutidos.

O desempenho passado não garante resultados futuros.