NU — Nu Holdings Ltd
$14.14
Objetivo: $18.69 (+32.2%)
P/E Ratio
19.4
P/E Forward
12.6
Dividendo
—
Cap. Mercado
$68.3B
EPS
$0.73
Consenso
Compra
O que fazem
A Nu Holdings Ltd (NYSE: NU desde dezembro de 2021; sociedade registrada nas Ilhas Cayman; sede operacional na Rua Capote Valente 39, Pinheiros, São Paulo) é a dona do Nubank, fundado em 2013 em São Paulo por David Vélez (colombiano, hoje fundador, presidente do conselho e CEO global), Cristina Junqueira (hoje CEO da operação nos EUA) e Edward Wible. Em 31 de dezembro de 2025 tinha 10.027 funcionários (42% em tecnologia e 34% em atendimento). O CFO é Rob Livingston (ex-CFO da Visa América do Norte), que substituiu Guilherme Lago em julho de 2026; Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central do Brasil, é vice-presidente executivo do conselho.
O que vende: o cartão de crédito roxo sem anuidade, a conta digital (receber salário, transferir, pagar), empréstimos pessoais e com garantia, investimentos, seguros e compra e venda de criptomoedas — tudo pelo celular, sem agências. Ganha principalmente com os juros do que empresta.
Onde: Brasil (quase 118 milhões de clientes; em 2026 somou uma licença bancária completa), México (16 milhões de clientes em julho de 2026; em agosto lançou seu próprio banco e se tornou o maior banco digital do país) e Colômbia (mais de 5 milhões). Desde 10 de setembro de 2026 opera nos EUA por meio de um banco parceiro (Lead Bank, com seguro da FDIC): conta em dólares que rende 3,5% ao ano e cartão sem anuidade; seu próprio banco, o Nubank N.A., tem aprovação condicional do regulador desde janeiro de 2026 e espera operar em 2027. Também lançou o Nu Global, uma conta em dólares e euros para mais de 35 países.
Tamanho (30 de junho de 2026): depósitos de US$ 45.300 milhões (Brasil US$ 36.400 milhões, México US$ 5.700 milhões, Colômbia US$ 3.300 milhões) e empréstimos de US$ 39.400 milhões (cartões US$ 26.000 milhões, empréstimos sem garantia US$ 10.300 milhões, com garantia US$ 3.100 milhões). 83,5% dos clientes usam a conta todo mês. Ano de 2025 completo (relatório anual 20-F): receita de US$ 15.775 milhões (+37%) e lucro de US$ 2.869 milhões (+45%).
Próximo resultado: 12 de novembro de 2026 (terceiro trimestre).
Por que gostamos
Três razões para reforçar.
- OS NÚMEROS CHEGARAM: em maio compramos apostando que o banco mais rentável da região continuaria crescendo. O segundo trimestre de 2026 (13 de agosto) confirmou: lucro de US$ 1.061 milhões — a primeira vez acima de US$ 1 bilhão em um trimestre — (+49% em um ano e +17% sobre o trimestre anterior, sem o efeito do câmbio), receita de US$ 5.876 milhões (+39%), empréstimos +37% e depósitos +18%. Ganha 33 centavos por ano para cada dólar que os donos colocaram e gasta só 19,5 centavos de cada dólar que entra para operar. O lucro por ação foi US$ 0,22 contra US$ 0,19 esperados pelos analistas (+13%).
- DOIS MOTORES NOVOS: em agosto abriu seu próprio banco no México (já tinha chegado ao ponto de equilíbrio no primeiro trimestre), o que permite receber salários e oferecer mais produtos a 16 milhões de clientes; e em 10 de setembro estreou nos EUA com uma conta em dólares que rende 3,5% ao ano. A diretoria se comprometeu a que os EUA não custem mais de 1 ponto da sua eficiência.
- MAIS BARATA QUE EM MAIO: compramos a US$ 14,50 e hoje está em US$ 14,14, 25% abaixo da máxima (US$ 18,98), a ~12,6 vezes o lucro que os analistas esperam para o próximo ano. A própria empresa anunciou em 4 de junho uma recompra de ações de US$ 1.000 milhões. Consenso de Compra de 22 analistas com preço-alvo médio de US$ 18,69 (+32%; faixa US$ 12–US$ 23); esperam lucro por ação de US$ 0,89 em 2026 (+40%) e US$ 1,13 em 2027 (+27%).
Risco Principal
O #1: o crédito caro no Brasil. O Nubank ganha sobretudo emprestando no cartão e em empréstimos pessoais a juros altos; se as pessoas deixarem de pagar ou o governo impuser tetos, o lucro sofre. Os empréstimos com mais de 90 dias de atraso subiram para 6,9% no segundo trimestre (+0,35 ponto), e em 16 de setembro o Itaú BBA tirou sua recomendação de compra (para 'market perform'), baixou o alvo para US$ 18 de US$ 20 e cortou 8% sua estimativa de lucro de 2027, citando um consumidor brasileiro mais apertado e possíveis limites do Banco Central ao crédito caro para as famílias; o Brasil vota em 4 de outubro. Outros:
- vários executivos-chave saíram: o CFO Guilherme Lago saiu em julho de 2026 e, em dois anos, também o presidente de operações e os chefes de produto, tecnologia e crédito; por isso em 2 de junho o Bank of America rebaixou a ação para 'venda' com alvo de US$ 10;
- o real: ganha quase tudo em reais e reporta em dólares, então se o real enfraquece, os números em dólares encolhem mesmo com o negócio crescendo (a Selic está em 13,75% após cinco cortes seguidos);
- México e EUA custam: nos EUA a própria diretoria calcula entre 12 e 30 meses para conhecer os clientes o suficiente para emprestar bem, e seu banco próprio lá ainda não tem aprovação final;
- não paga dividendos: nunca pagou e não pretende pagar tão cedo — você só ganha se a ação subir;
- reforçamos uma posição que está −2,5% desde a primeira compra, e a ação cai ~13% no ano.
Este é um conteúdo educacional e informativo, não assessoria financeira. Sempre consulte um assessor financeiro qualificado antes de tomar decisões de investimento.
Vectorial Data escolheu NU em 2026-05-06 a $14.14.
Research Completo
Nu Holdings Ltd (NU) — Research Completo
Precio de la primera compra (6 de mayo de 2026): $14.50 | P/E TTM: 25.00 | P/E Forward: 12.60 | Div Yield: 0% | Market Cap: $70.50B — ver actualización de septiembre 2026 al final
¿Qué es Nu Holdings?
Nu Holdings Ltd es el mayor banco 100% digital de Latinoamérica y, por número de clientes (131M), la mayor plataforma fintech del mundo fuera de China.
Historia:
- 2013: David Vélez (colombiano, ex-Sequoia) funda Nubank en São Paulo con Cristina Junqueira y Edward Wible
- 2021 (dic): IPO en NYSE, valuación $41B, una de las IPOs fintech más grandes de la historia
- 2024: 100M+ clientes alcanzados
- 29 enero 2026: OCC aprueba condicionalmente charter de banco nacional EE.UU.
HQ: São Paulo, Brasil | Empleados: ~13,000 | Cotización: NYSE (Class A ordinary)
Producto
Brasil (~75% revenue, 100M+ clientes)
- Tarjeta de crédito Nubank morada: #1 emisora del país, sin comisión anual
- NuConta: cuenta digital sin comisiones — payroll, PIX, pagos, transferencias
- NuInvest: inversiones (CDB, fondos, acciones B3)
- Nu Crypto: compra/venta BTC + tokens
- Crédito personal + seguros
México (~15% adultos)
- Líder en emisión de tarjetas de crédito nuevas
- Cuenta NuConta MXN
- Operating loss FY2025 ~$15-20M (path to profitability 2027-28)
Colombia (4M+ clientes)
- Tarjeta de crédito + cuenta digital
- Aprobación 3x más alta de tarjetas tras expansión 2025
Q4 2025 / FY 2025 — Reportado 25 feb 2026
| Métrica | FY 2025 | YoY |
|---|---|---|
| Revenue | $16.3B | +45% |
| Net Income | $2.9B | +45% |
| Q4 Revenue | $4.9B | beat $4.55B |
| Q4 EPS | $0.18 | beat $0.18 |
| ROE | 33% | récord global |
| Customers | 131M | +17M netos |
| Customers México | ~12-13M | 15% adultos |
| Customers Colombia | 4M+ | — |
ROE 33% — El Diferenciador
| Banco | ROE |
|---|---|
| Nu Holdings | 33% |
| JPMorgan Chase | 17% |
| HSBC | 13% |
| Bank of America | 11% |
| Citigroup | 7% |
NU genera $33 de utilidad neta por cada $100 de capital propio — el más alto de cualquier banco grande del mundo, con tasa de crecimiento 5-7x mayor.
OCC US National Bank Charter — 29 enero 2026
- Aplicación: 30 sept 2025
- Aprobación condicional: 29 enero 2026 (121 días)
- Pendiente: FDIC + Federal Reserve approvals
- Plan: Capitalización completa en 12 meses, apertura banco en 18 meses
- Hubs EE.UU.: Miami, SF Bay Area, Northern Virginia, NC Research Triangle
- Servicios: depósitos asegurados, tarjetas, lending, custodia de activos digitales
TAM EE.UU. = >$3T vs LATAM $400B → NU evoluciona de banco LATAM a banco global digital.
Inversión Brasil 2026
- R$45B (~$8.2B USD) en Brasil 2026
- ~2x el nivel de inversión de hace 2 años
- Foco: cohort high-value (payroll, NuInvest, crédito de mayor ticket)
Backers Estratégicos
- Berkshire Hathaway (Warren Buffett): ~$1B desde IPO 2021 — única apuesta fintech notable en la carrera de Buffett
- Tencent: stake mayor desde 2018
- Sequoia Capital: pre-IPO
- Insider holding estable, founder David Vélez retiene control via dual-class
Próximo Catalyst — Q1 2026 Earnings
- Fecha: 14 mayo 2026 (after-close, NYSE)
- Consensus revenue: $5.06-5.10B
- Consensus EPS GAAP: $0.19
- Consensus EPS normalized: $0.21
- Track record: 8 trimestres consecutivos batiendo revenue consensus
Valuación
- Forward P/E: 12.6x — vs sector banca digital LATAM ~15x, vs JPM/BAC/Citi 14-16x
- PEG (forward P/E ÷ growth): ~0.28 — extremadamente barato
- 52-week range: $11.71 – $18.98 → 24% off high
- Mean analyst target: $18.26 → +25.9% upside
- Analyst rating: Moderate Buy
Tesis en una línea
Comprar el banco más rentable del mundo (ROE 33%, vs 11-17% de JPM/BAC/Citi) creciendo 45% YoY a forward P/E 12.6x — la mitad de la valuación de los gigantes de Wall Street que crecen 6-8%, justo cuando OCC les aprobó banco nacional EE.UU. (29 ene 2026), abriendo TAM >$3T vs LATAM $400B. Backed by Buffett. 24% off 52-week high por castigo de FX (BRL débil), no por fundamentos.
Research fecha: 6 May 2026 | Próxima revisión: Nov 2026
Esto no es asesoría financiera.
Actualización 22 de septiembre de 2026 — Recompra (Posición #192)
Precio de entrada: $14.14 | P/E TTM 19.4x | P/E forward 12.6x | Dividendo 0% | Capitalización ~$68,300 millones. Primera compra: #63 el 6 de mayo de 2026 a $14.50 (−2.5% desde entonces). Rango de 52 semanas $11.20–$18.98 (−25.5% desde el máximo).
Segundo trimestre 2026 (13 de agosto). Crecimientos sin efecto del tipo de cambio salvo que se indique. Clientes 138.9 millones (+~4 millones en el trimestre): Brasil casi 118 millones, México 15.8 millones (16 millones a julio), Colombia más de 5 millones; actividad mensual 83.5% (Brasil arriba de 86% por primera vez); ingreso mensual promedio por cliente activo ~$17. Ingresos $5,876 millones (+39%); ingresos netos arriba de $4,000 millones por primera vez ($4,100 millones, +8% trimestral); ingreso por intereses $3,700 millones (+9% trimestral); margen de intereses 22.9% (+180 pb) y margen ajustado por riesgo 12.4% (desde 9.5%); utilidad bruta $2,441 millones (+43%). Utilidad neta $1,061 millones (+49% anual, +17% trimestral) — primera vez arriba de $1,000 millones. ROE 33%. Eficiencia 19.5% (17.6% en el primer trimestre). Utilidad por acción $0.216 vs $0.191 de consenso (+13%). Cartera de crédito $39,400 millones (+37%; tarjetas $26,000 millones, sin garantía $10,300 millones, con garantía $3,100 millones). Depósitos $45,300 millones (+18%; Brasil $36,400 millones, México $5,700 millones, Colombia $3,300 millones); costo de depósitos 88% de la tasa interbancaria. Morosidad 15–90 días 4.8% (−16 pb); más de 90 días 6.9% (+35 pb, migración estacional según la empresa). Guía: eficiencia promedio ~20% en 2026 y margen ajustado por riesgo alrededor de 12.4%. David Vélez: 'Esto ya no es una hipótesis: generamos más de mil millones de dólares de utilidad trimestral'. Reacción: +2.7% en la sesión y +8.7% después del cierre.
Primer trimestre 2026 (14 de mayo). Ingresos arriba de $5,000 millones por primera vez; utilidad $871 millones (+41%); 135 millones de clientes; México en punto de equilibrio con 15 millones de clientes; utilidad por acción $0.18 vs $0.19–0.20 esperados, y la acción bajó en los días siguientes.
Año 2025 (20-F presentado el 8 de abril de 2026). Ingresos $15,775 millones (+37%, desde $11,517 millones); utilidad atribuible $2,869 millones (+45%); utilidad por acción diluida $0.58; 131.0 millones de clientes (+15%); 10,027 empleados (8,716 en 2024), 42.2% en tecnología y 33.6% en atención. Para comparar: los grandes bancos tradicionales de Brasil tienen entre 49,661 y 85,206 empleados y entre 1,685 y 3,955 sucursales y puntos de atención cada uno. Política de dividendos: 'nunca hemos declarado ni pagado dividendos en efectivo' y la empresa no espera pagarlos en el futuro previsible.
México, EE.UU. y Nu Global. Licencia bancaria en México a inicios de julio y lanzamiento del banco en agosto de 2026 (el banco digital más grande del país). En Brasil sumó una licencia bancaria completa. EE.UU.: operación desde el 10 de septiembre de 2026 vía Lead Bank (miembro FDIC) — cuenta en dólares al 3.5% anual, sin mínimos, reembolso de comisiones de cajero, tarjeta Mastercard sin anualidad con 1.5% de reembolso; el banco propio Nubank N.A. tiene aprobación condicional de la OCC (enero de 2026) y se espera que opere en 2027. La dirección estima 12–30 meses para construir historial de crédito local y limita el gasto en EE.UU. a no más de 100 pb de la razón de eficiencia. Nu Global: cuenta multimoneda (dólares y euros digitales) en más de 35 países.
Capital y dirección. Recompra de acciones por $1,000 millones anunciada el 4 de junio de 2026. Guilherme Lago (CFO desde 2021) dejó el cargo el 13 de julio de 2026; lo reemplazó Rob Livingston (ex-CFO de Visa Norteamérica). BofA (2 de junio) bajó la acción a 'underperform' con objetivo de $10 citando rotación directiva, calidad de activos y márgenes. Itaú BBA (16 de septiembre) la bajó a 'market perform', objetivo $18 desde $20 y −8% a la utilidad estimada de 2027. Ese mismo día la Fed subió su tasa a 3.75%–4% y el Copom recortó la Selic a 13.75% (quinto recorte seguido); el 16 de septiembre la acción cerró en $13.65.
Corrección al research original. Berkshire Hathaway ya no es accionista: vendió sus 40.18 millones de acciones en el primer trimestre de 2025 (13F). Además, el 20-F reporta 10,027 empleados al cierre de 2025 (no ~13,000) e ingresos 2025 de $15,775 millones (+37%).
Consenso (22 de septiembre de 2026). Buy, 22 analistas; precio objetivo promedio $18.69 (mediana $19; rango $12–$23) → +32.2% sobre $14.14. Estimados: utilidad por acción 2026 $0.89 (+40%), 2027 $1.13 (+27%). Próximo reporte: 12 de noviembre de 2026.
Riesgos vigentes. Morosidad y posibles topes al crédito caro en Brasil (elección 4 de octubre); rotación de directivos; real brasileño; costo y plazo de EE.UU.; competencia en México; sin dividendo.
Actualización: 22 Sep 2026 | Próxima revisión: Mar 2027
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