GS — The Goldman Sachs Group, Inc.
$954.43
Objetivo: $1141.65 (+19.6%)
P/E Ratio
14.7
P/E Forward
12.9
Dividendo
2.1%
Cap. Mercado
$277.9B
EPS
$64.76
Consenso
Manter
O que fazem
The Goldman Sachs Group (NYSE: GS; sede em Nova York; fundado em 1869; presidente do conselho e CEO David M. Solomon; presidente e diretor de operações John E. Waldron; diretor financeiro Denis P. Coleman III; 46.200 funcionários em 30 de junho de 2026) é um dos maiores bancos de investimento e corretoras do mundo. Opera três negócios:
Global Banking & Markets (76% da receita do trimestre): assessora fusões e aquisições, coloca ações e títulos quando uma empresa abre capital ou toma empréstimo, empresta a grandes companhias e compra e vende ações, títulos, moedas e matérias-primas para fundos, seguradoras e governos. Entre abril e junho participou de operações como a abertura de capital da SpaceX e uma oferta de ações da Alphabet.
Asset & Wealth Management: administra dinheiro de fundos de pensão, instituições e famílias ricas, e faz private banking. Em 30 de junho supervisionava US$ 4.041.000 milhões em ativos de clientes (contra US$ 3.293.000 milhões um ano antes), e só no trimestre recebeu US$ 230.000 milhões em dinheiro novo.
Platform Solutions: cartões de crédito e serviços de pagamentos e depósitos para empresas. É o negócio do qual o Goldman está saindo: em 7 de janeiro de 2026 foi anunciado que o JPMorgan Chase fica com o Apple Card (~US$ 20.000 milhões em empréstimos), com uma transição de cerca de 24 meses.
A chave para entendê-lo: o Goldman ganha mais quando o mundo faz negócios — quando há fusões, aberturas de capital e mercados agitados. Em 2026 tudo isso se juntou.
Por que gostamos
Três razões.
- UM TRIMESTRE HISTÓRICO QUE JÁ ESTÁ NO CAIXA: abril–junho de 2026 trouxe receita de US$ 20.338 milhões (+39%), lucro de US$ 6.628 milhões (+78%) e US$ 20,98 por ação (+92%), contra US$ 14,50 que os analistas esperavam. Negociação de ações US$ 7.416 milhões (+72%), colocação de ações US$ 985 milhões (+130%) e colocação de títulos US$ 1.032 milhões (+75%). Retorno sobre o dinheiro dos acionistas: 23,5%.
- O NEGÓCIO ESTÁVEL CRESCE POR BAIXO: a parte que cobra taxas para cuidar de dinheiro (Asset & Wealth Management) faturou US$ 4.597 milhões (+20%), suas taxas de administração subiram 20% para US$ 3.355 milhões e os ativos de clientes chegaram a US$ 4.041.000 milhões com US$ 230.000 milhões de dinheiro novo em apenas três meses — receita que chega todo trimestre mesmo quando os mercados se acalmam.
- COMPRAMOS DEPOIS DA QUEDA, NÃO NA MÁXIMA: a ação caiu 17% desde US$ 1.153,99 (15 de julho) pelo aviso do CEO em setembro de um trimestre mais fraco em títulos e mais despesas. A US$ 954,43 custa ~12,9 vezes o lucro esperado, e os analistas ainda esperam que julho–setembro lucre ~34% a mais por ação que um ano antes (US$ 16,41 contra US$ 12,25). Enquanto isso devolve dinheiro: no trimestre recomprou US$ 4.000 milhões em ações, pagou US$ 1.360 milhões em dividendos e elevou o dividendo de US$ 2,75 por trimestre no início de 2024 para US$ 5,00 hoje (+82%).
Risco Principal
O #1: lucra conforme o humor dos mercados, e isso muda rápido. O trimestre recorde veio de fusões, aberturas de capital e mercados muito ativos; em 16 de setembro de 2026 o CEO David Solomon disse que o negócio de títulos, moedas e matérias-primas está mais fraco em julho–setembro e que as despesas não salariais vão subir mais de US$ 500 milhões em relação ao trimestre anterior — a ação caiu 4% naquele dia. Os analistas esperam US$ 16,41 por ação para esse trimestre, contra US$ 20,98 do anterior. Outros:
- Wall Street não está entusiasmada: consenso Hold — de 25 analistas, 16 dizem manter, 7 comprar e 2 vender —, com preço-alvo médio de ~US$ 1.142 (+19,6%) mas uma faixa de US$ 730 a US$ 1.325;
- as despesas correm: subiram 26% no trimestre, para US$ 11.673 milhões;
- sair do Apple Card ainda custa: Platform Solutions faturou só US$ 221 milhões (−64%) por perdas no valor desses empréstimos, à venda desde o fim de 2025;
- é um banco muito alavancado e regulado: trabalha com muito dinheiro emprestado (o índice de capital CET1 está em 12,9%) e qualquer mudança de regras, de juros ou um susto nos mercados o atinge mais que a média (beta de 1,28);
- o dividendo de setembro já não é seu: a data de corte foi 1º de setembro, então o primeiro pagamento para quem compra hoje chega em dezembro.
Este é um conteúdo educacional e informativo, não assessoria financeira. Sempre consulte um assessor financeiro qualificado antes de tomar decisões de investimento.
Vectorial Data escolheu GS em 2026-09-22 a $954.43.
Research Completo
Qué hace. The Goldman Sachs Group (NYSE: GS; sede en Nueva York; fundada en 1869; presidente del consejo y CEO David M. Solomon; presidente y COO John E. Waldron; CFO Denis P. Coleman III; 46,200 empleados al 30 de junio de 2026, −2% contra el trimestre anterior) es uno de los bancos de inversión más grandes del mundo. Reporta tres segmentos: Global Banking & Markets (asesoría en fusiones, colocación de acciones y bonos, préstamos corporativos y trading de acciones, bonos, divisas y materias primas), Asset & Wealth Management (administración de activos, banca privada e inversiones propias) y Platform Solutions (tarjetas de crédito y servicios de pagos y depósitos para empresas).
Resultados del segundo trimestre de 2026 (abril a junio, publicados el 14 de julio de 2026). Ingresos netos $20,338 millones (+39% contra el año anterior, +18% contra el trimestre previo), contra ~$16,200 millones que esperaban los analistas. Utilidad neta $6,628 millones (+78% contra $3,723 millones). Utilidad por acción diluida $20.98 (+92% contra $10.91), contra ~$14.50 esperado. Retorno anualizado sobre capital común 23.5%. Provisión para pérdidas de crédito $102 millones (contra $384 millones). Gastos operativos $11,673 millones (+26%). Valor en libros por acción $367.67. Primer semestre: ingresos $37,565 millones (+27%), utilidad $12,258 millones, $38.51 por acción (+54%), retorno sobre capital 21.7% e índice de eficiencia 58.8% (contra 62.0%).
Por segmento (segundo trimestre). Global Banking & Markets $15,520 millones (+53%): comisiones de banca de inversión $3,395 millones (+55%; las más altas desde 2021) — asesoría $1,378 millones (+17%), colocación de acciones $985 millones (+130%), colocación de bonos $1,032 millones (+75%); trading de renta fija, divisas y materias primas (FICC) $4,592 millones (+32%); trading de acciones $7,416 millones (+72%). Entre las operaciones del periodo estuvieron la salida a bolsa de SpaceX y una colocación de acciones de Alphabet. Asset & Wealth Management $4,597 millones (+20%): comisiones de administración $3,355 millones (+20%), banca privada y préstamos $689 millones (−13%), inversiones $441 millones (contra $137 millones). Platform Solutions $221 millones (−64%), por ajustes a la baja en el valor de la cartera de la Apple Card, clasificada como disponible para la venta desde el cuarto trimestre de 2025.
Activos de clientes. $4,041,000 millones supervisados al 30 de junio de 2026 (contra $3,293,000 millones un año antes): $2,976,000 millones de largo plazo y $1,065,000 millones en productos de liquidez. En el trimestre entraron $230,000 millones de dinero nuevo y la subida de mercados sumó $161,000 millones.
Apple Card. El 7 de enero de 2026 JPMorgan Chase anunció un acuerdo definitivo con Apple para quedarse con la cartera de la Apple Card (~$20,000 millones; ~12 millones de usuarios). La transición dura unos 24 meses y Goldman sigue operando la tarjeta mientras tanto; al anunciarse, Goldman indicó que el acuerdo le sumaría 46 centavos por acción.
Dividendo y capital. El 13 de julio de 2026 el consejo subió el dividendo trimestral a $5.00 por acción (antes $4.50), pagadero el 29 de septiembre de 2026 a quien tuviera la acción al 1 de septiembre. Historial trimestral: $2.75 (inicios de 2024) → $3.00 (agosto de 2024) → $4.00 (agosto de 2025) → $4.50 (marzo de 2026) → $5.00 — un aumento de 82% en unos dos años y medio. $20 al año equivalen a ~2.10% sobre $954.43, y solo reparte ~26% de su utilidad. En el trimestre recompró 4.1 millones de acciones por $4,000 millones (a $984.57 en promedio) y pagó $1,360 millones en dividendos: $5,360 millones devueltos a los accionistas. Capital CET1 de 12.9% (estándar), contra 12.5% del trimestre anterior; índice de apalancamiento suplementario 4.3%.
Lo que pasó en septiembre. El 14 de septiembre de 2026 la acción cayó 4.0% junto con otros bancos tras una advertencia de Bank of America sobre su tercer trimestre. El 16 de septiembre, en la conferencia de servicios financieros de Barclays, David Solomon dijo que el trading de bonos, divisas y materias primas ha estado más débil en el trimestre, que el de acciones sigue muy fuerte, que la actividad general es muy alta, y que los gastos no relacionados con sueldos subirán más de $500 millones contra el trimestre anterior por mayores gastos de transacciones y por acelerar inversiones en tecnología. La acción cayó ~4% ese día (cierre de $937.98).
Acción. $954.43 al momento de la compra (22 de septiembre de 2026); rango de 52 semanas $740.01–$1,153.99 (máximo del 15 de julio de 2026, día siguiente a los resultados) — se compra 17.3% debajo de ese máximo. Capitalización ~$277,900 millones (291.2 millones de acciones). Utilidad por acción de los últimos doce meses $64.76: P/E ~14.7x; ~12.9x sobre la utilidad esperada para los próximos doce meses ($74.03). Precio a valor en libros ~2.6x. Próximo reporte: 13 de octubre de 2026, con consenso de $16.41 por acción (rango $12.69–$18.98) e ingresos de ~$17,738 millones; en el mismo trimestre de 2025 ganó $12.25 por acción. Consenso de analistas: Hold — de 25 analistas, 6 compra fuerte, 1 compra, 16 mantener, 1 venta y 1 venta fuerte —, con precio objetivo promedio de ~$1,142 (+19.6%), mínimo $730 y máximo $1,325.
Riesgos. (1) Utilidad cíclica: depende de fusiones, salidas a bolsa y volumen de trading, y el CEO ya anticipó un trimestre más flojo en bonos. (2) Gastos: +26% en el segundo trimestre y más de $500 millones adicionales en gastos no salariales en el tercero. (3) Consenso Hold con dispersión amplia de targets ($730–$1,325). (4) Salida de la Apple Card: ajustes de valor que siguen restando ingresos en Platform Solutions (−64%). (5) Apalancamiento y regulación: banco sistémico sujeto a reglas de capital (CET1 12.9%), sensible a tasas de interés y a sustos de mercado (beta 1.28). (6) El dividendo de septiembre ya se cortó el 1 de septiembre; el primer pago para una compra de hoy llega en diciembre.
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O autor pode manter posições nos títulos discutidos.
O desempenho passado não garante resultados futuros.