OCFC — OceanFirst Financial Corp.
$16.82
Objetivo: $22.08 (+31.3%)
P/E Ratio
21.0
P/E Forward
7.3
Dividendo
4.76%
Cap. Mercado
$1.66B
EPS
$0.8
Consenso
Manter
O que fazem
A OceanFirst Financial Corp. (Nasdaq: OCFC; sede em 110 West Front Street, Red Bank, Nova Jersey; seu banco, o OceanFirst Bank N.A., foi fundado em 1902; CEO Christopher D. Maher; ~950 funcionários em 31 de dezembro de 2025, antes de somar a Flushing) é um dos maiores e mais antigos bancos comunitários com sede em Nova Jersey. Faz o que um banco regional faz: recebe o dinheiro de famílias, empresas e governos locais em contas correntes, de poupança e a prazo, e o empresta — sobretudo a donos de imóveis que os alugam (escritórios, lojas, galpões e prédios de apartamentos) e a empresas médias, e em menor medida em financiamentos imobiliários e créditos com garantia da casa. Também cuida de pagamentos e cobranças para empresas, fideicomissos e gestão de patrimônio. Desde 31 de dezembro de 2025 não concede mais novos financiamentos imobiliários nem crédito ao consumidor: concentra-se em negócios e empresas.
Em 1º de junho de 2026 comprou a Flushing Financial (Flushing Bank) — um banco comunitário com 95 anos de história, nas palavras de Maher, e 30 agências em Nova York e Long Island — pagando com ações: 0,85 ação da OceanFirst por cada ação da Flushing (um negócio avaliado em US$ 579 milhões quando foi anunciado, em 29 de dezembro de 2025). Ao mesmo tempo, o fundo de investimento Warburg Pincus aportou US$ 225 milhões a US$ 19,76 por ação. Resultado: um banco com US$ 23,27 bilhões em ativos, US$ 16,28 bilhões em empréstimos, US$ 17,76 bilhões em depósitos e 71 agências em Nova Jersey, Nova York, Long Island e Pensilvânia, que atende empresas nas grandes cidades de Massachusetts até a Virgínia. Em 21 de setembro de 2026 as contas da Flushing passaram para os sistemas da OceanFirst e suas agências reabriram como centros da OceanFirst.
Como se dividem seus empréstimos em 30 de junho de 2026: US$ 9,13 bilhões (56%) a donos de imóveis que os alugam; US$ 3,71 bilhões a empresas (quase metade com um imóvel como garantia); US$ 3,25 bilhões em financiamentos imobiliários e créditos sobre a casa; e US$ 197 milhões em outros créditos ao consumidor. Conforme anunciado, após a fusão os antigos donos da OceanFirst ficaram com ~58% do banco, os da Flushing com ~30% e o Warburg Pincus com ~12%.
Por que gostamos
Três razões.
- UM BANCO MAIOR QUE JÁ GANHA MAIS: sem contar os gastos únicos da compra, em abril–junho de 2026 lucrou US$ 0,43 por ação, 39% a mais que um ano antes (US$ 0,31), e o que ganha emprestando menos o que paga pelos depósitos subiu 38%, para US$ 120,7 milhões — com apenas um mês de Flushing dentro. De cada US$ 100 que tem emprestados ou investidos, sobram US$ 3,05 por ano depois de pagar os juros dos depósitos (um ano antes, US$ 2,91), e sua meta para 2027 é US$ 3,20. Sua rentabilidade sem itens extraordinários sobe há cinco trimestres seguidos: de 6,2 para 8,9 centavos por ano para cada dólar de capital tangível dos donos. O banco de sempre também cresce por conta própria: no trimestre seus empréstimos a empresas subiram US$ 154 milhões (+2%) e as contas correntes que não pagam juros — o dinheiro mais barato para um banco — US$ 101 milhões (+6%).
- A ECONOMIA DA FUSÃO MAL COMEÇOU: ao anunciar a compra, a empresa calculou cortar ~35% dos gastos da Flushing e, em 2027, lucrar ~16% mais por ação do que sem a fusão, com ~13 centavos por ano para cada dólar de capital tangível e ~1% sobre seus ativos. O passo mais difícil — migrar as contas da Flushing para seus sistemas — foi concluído em 21 de setembro de 2026; a empresa espera que seus gastos caiam de US$ 120–125 milhões em julho–setembro para US$ 110–115 milhões em outubro–dezembro, e que se aproximem de ~US$ 100 milhões por trimestre em 2027.
- BARATO E COM DIVIDENDO ALTO: a US$ 16,82 você paga 0,92 vez o seu capital tangível (US$ 18,19 por ação: o que o banco vale no balanço sem contar o ágio que pagou ao comprar outros bancos) e 0,69 vez o seu valor patrimonial total (US$ 24,50). Custa ~9,5 vezes o que os analistas esperam que lucre em 2026 (US$ 1,77 por ação) e ~7,3 vezes o de 2027 (US$ 2,31). O Warburg Pincus pagou US$ 19,76 por ação depois de revisar os números a fundo; nós entramos 15% mais baixo. E enquanto espera, você recebe US$ 0,80 por ano (~4,8%), um dividendo que não falha há 118 trimestres seguidos. Alvo médio de 6 analistas: US$ 22,08 (+31%).
Risco Principal
O #1: a fusão precisa cumprir o prometido. O preço barato só se justifica se a OceanFirst cortar gastos e receber os empréstimos que herdou. Dos US$ 541,5 milhões em empréstimos e investimentos que o banco vigia de perto por risco de calote (eram US$ 122,1 milhões em dezembro de 2025), US$ 313,9 milhões vieram da Flushing; os empréstimos que já deixaram de ser pagos subiram de US$ 27,8 milhões para US$ 108,2 milhões (0,67% do total), US$ 53,8 milhões deles herdados. Seu capital tangível por ação caiu 8% com a compra (de US$ 19,79 para US$ 18,19), mais que os ~6% que a empresa havia previsto. E o mercado está cobrando: entre o início de agosto e o início de outubro de 2026 os analistas reduziram o que esperam que lucre em julho–setembro de US$ 0,51 para US$ 0,41 por ação, e entre 4 de setembro e 2 de outubro de 2026 a ação caiu 13,6%, contra 6,0% do fundo de bancos regionais KRE. Outros:
- muito imóvel: 56% dos seus empréstimos vão para donos de imóveis que os alugam, e seus empréstimos imobiliários comerciais equivalem a 381% do seu capital — os reguladores dos EUA pedem controles extras aos bancos acima de 300%; além disso, ainda tem empréstimos a prédios de apartamentos com aluguel regulado em Nova York, que a empresa espera ir reduzindo em 8 a 12 trimestres;
- o dividendo não cresce: é de US$ 0,20 por trimestre desde 2022; distribui ~49% do seu lucro sem itens extraordinários dos últimos 12 meses (US$ 1,63 por ação), mas em abril–junho o lucro contábil foi negativo;
- mais donos: com a compra passou de 57,6 para 98,4 milhões de ações (contando as do Warburg sem direito a voto), o Warburg tem direitos para comprar o equivalente a mais 11,4 milhões, e em 7 de agosto de 2026 John Buran — ex-CEO da Flushing e presidente do conselho desde a fusão — vendeu 113.463 ações a US$ 19,40;
- depende de uma só região: quase todo o seu negócio está entre Nova Jersey, Nova York e Long Island; se essa economia ou seus imóveis esfriarem, ele sente;
- impostos: se você não mora nos EUA, os EUA retêm 30% do dividendo, ou menos se o seu país tiver tratado tributário com os EUA.
Este é um conteúdo educacional e informativo, não assessoria financeira. Sempre consulte um assessor financeiro qualificado antes de tomar decisões de investimento.
Vectorial Data escolheu OCFC em 2026-10-05 a $16.82.
Research Completo
Qué hace. OceanFirst Financial Corp. (Nasdaq: OCFC; sede en 110 West Front Street, Red Bank, Nueva Jersey) es la empresa dueña de OceanFirst Bank N.A., fundado en 1902 y, según la propia empresa, una de las instituciones financieras comunitarias más grandes y antiguas con sede en Nueva Jersey. Director general: Christopher D. Maher; presidente y director de operaciones: Joseph J. Lebel III; director de finanzas: Patrick S. Barrett. Al 31 de diciembre de 2025 tenía 898 empleados de tiempo completo y 56 de medio tiempo (antes de sumar a Flushing). Ofrece préstamos comerciales, manejo de pagos y cobranza para empresas, fideicomisos, manejo de patrimonio y cuentas de depósito a negocios y personas en Nueva Jersey, Nueva York, Long Island y las grandes ciudades desde Massachusetts hasta Virginia. Desde el 31 de diciembre de 2025 dejó de otorgar hipotecas y créditos al consumo nuevos, y a inicios del cuarto trimestre de 2025 se deshizo de su negocio de títulos de propiedad: hoy es un banco de negocios y empresas.
La compra de Flushing. Anunciada el 29 de diciembre de 2025 y cerrada el 1 de junio de 2026. Cada acción de Flushing Financial Corporation (Flushing Bank) se cambió por 0.85 acciones de OceanFirst: un trato valuado en $579 millones con el precio de OceanFirst del 26 de diciembre de 2025 ($19.76); al cierre, la compra sumó $535.6 millones al capital de OceanFirst. Flushing aportó $8,690 millones en activos, $6,190 millones en préstamos y $7,440 millones en depósitos, más 30 sucursales en Nueva York y Long Island. Junto con la fusión, afiliados de fondos administrados por Warburg Pincus invirtieron $225 millones a $19.76 por acción — precio fijo, comprometido después de una revisión a fondo de los libros — a cambio de ~9.6 millones de acciones comunes, el equivalente a ~1.8 millones de acciones en una clase nueva sin voto (NVCE) y derechos (warrants) para comprar el equivalente a 11.4 millones de acciones más a $19.76 cada una, con plazo de 7 años, que se pueden ejercer después del tercer aniversario o si la acción llega a $30. Propiedad esperada al anunciar el trato: ~58% accionistas de OceanFirst, ~30% de Flushing y ~12% Warburg Pincus. John Buran, director general de Flushing, quedó como presidente no ejecutivo del consejo; Maher sigue como director general. Metas anunciadas para 2027: ~16% más utilidad por acción que sin la fusión, ~13% de rentabilidad sobre capital tangible y ~1.00% sobre activos; ahorros de ~35% de los gastos de Flushing (50% logrados en 2026 y 100% después); dilución de ~6% del capital tangible por acción, a recuperarse en ~3 años. En el mismo trimestre vendió $1,310 millones de préstamos a edificios de departamentos que venían de Flushing, al 92.25% de su valor ($1,200 millones netos, reinvertidos en bonos de alta calidad y fáciles de vender), para reducir su exposición a inmuebles con renta regulada en Nueva York; eso bajó su concentración en bienes raíces comerciales ~50 puntos, a 381% de su capital. La conversión de sistemas se hizo el 21 de septiembre de 2026: las cuentas de Flushing pasaron a OceanFirst y sus sucursales reabrieron como centros de OceanFirst.
Resultados (segundo trimestre de 2026, publicados el 30 de julio de 2026). Incluyen a Flushing solo del 1 al 30 de junio. Pérdida neta de $3.0 millones (−$0.04 por acción), contra utilidad de $16.2 millones ($0.28) un año antes y $20.5 millones ($0.36) en enero–marzo, por $42.8 millones de gastos únicos de la fusión ($33.6 millones después de impuestos, $0.48 por acción). Utilidad sin esos gastos ('core', medida de la empresa): $30.5 millones, $0.43 por acción (contra $0.31 un año antes, +39%; igual que en enero–marzo). Serie de utilidad core por acción: $0.31, $0.36, $0.41, $0.43 y $0.43 en los últimos cinco trimestres. Primer semestre: utilidad neta $17.5 millones ($0.27 por acción) y core $54.9 millones ($0.86, contra $0.66). Ingreso neto por intereses $120.7 millones (contra $87.6 millones, +38%; Flushing aportó $19.1 millones). Margen de interés neto 3.05% (contra 2.91% un año antes y 2.93% en enero–marzo). Gastos de operación $129.9 millones, de los que $42.7 millones fueron de la fusión; eficiencia core de 66.2% (gasta ~66 centavos por cada dólar que ingresa; un año antes, 72.3). Rentabilidad core sobre capital tangible 8.92%, cinco trimestres seguidos al alza desde 6.17%. Crecimiento propio del banco en el trimestre: préstamos comerciales +$154 millones (+2%), depósitos sin intereses +$101 millones (+6%) y +$150 millones en depósitos de sus equipos de banca Premier. Originó $641.5 millones en préstamos comerciales a un rendimiento promedio de 6.71%.
Balance al 30 de junio de 2026. Activos $23,270 millones (+$8,710 millones), préstamos $16,280 millones (contra $11,030 millones en diciembre de 2025), depósitos $17,760 millones (contra $10,960 millones), préstamos/depósitos 91.6% y liquidez disponible de 11.5% de los activos. Capital de los accionistas $2,410 millones; capital CET1 estimado de 10.7%, por encima del nivel que los reguladores llaman 'bien capitalizado'; capital tangible sobre activos tangibles 7.91%. Valor en libros $24.50 por acción (contra $28.97) y capital tangible $18.19 (contra $19.79). Acciones (comunes + NVCE): 98,416,195, contra 57,600,069 en marzo. 71 sucursales (41 antes). Préstamos por tipo: inmobiliario comercial de inversionistas $9,130 millones; empresas con garantía inmobiliaria $1,800 millones; empresas sin garantía inmobiliaria $1,910 millones; hipotecas y créditos sobre la casa $3,250 millones; otros de consumo $196.9 millones.
Calidad de los préstamos. Reserva para pérdidas de 1.29% de los préstamos (0.76% en diciembre de 2025), tras agregar $121 millones por la cartera de Flushing. Préstamos que dejaron de pagarse: $108.2 millones (0.67% del total; antes $27.8 millones, 0.25%), incluidos $53.8 millones de Flushing y una sola relación comercial de $20.6 millones; sin los préstamos comprados ya deteriorados, $54.1 millones. Préstamos e inversiones bajo vigilancia especial: $541.5 millones (antes $122.1 millones), de los que $293.2 millones en préstamos y $20.7 millones en una inversión vinieron de Flushing, más $56.1 millones de dos relaciones comerciales. Identificó $750.4 millones de préstamos de Flushing comprados con deterioro (la mayoría bajo vigilancia o con exposición a renta regulada). Las pérdidas reales siguen bajas: castigos netos de $1.5 millones en el trimestre (0.05% de los préstamos) y provisión de $4.0 millones.
Lo que espera la empresa (llamada del 31 de julio de 2026). Gastos de operación de $120–125 millones en julio–septiembre y $110–115 millones en octubre–diciembre, acercándose a ~$100 millones por trimestre en 2027 (director de finanzas Pat Barrett); buena parte de los ahorros llega después de la conversión de sistemas, con salidas de personal a partir de finales de octubre. Margen de interés neto de 3.07%–3.12% en julio–septiembre, 3.09%–3.14% en octubre–diciembre y meta de 3.20% para 2027. Préstamos y depósitos +1–2% de junio a fin de 2026. Tasa de impuestos de ~28%. Barrett dijo que las metas de 2027 siguen esencialmente como al anunciar la fusión, y que esperan salir de 2027 con rentabilidad sobre activos arriba de 1.0%. Prioridades de capital: crecer con clientes propios y, si sobra capital, recomprar acciones; Maher dijo que no están hablando de más compras de bancos.
Dividendo e impuestos. $0.20 por acción cada trimestre ($0.80 al año): ~4.76% sobre $16.82. El último — el 118° trimestre consecutivo con dividendo, casi 30 años — se pagó el 21 de agosto de 2026 a los accionistas registrados al 10 de agosto; el anterior, el 8 de mayo de 2026. El monto es el mismo desde agosto de 2022, cuando lo subió de $0.17 a $0.20 (+18%). Reparte ~49% de su utilidad core de los últimos 12 meses ($1.63 por acción) y ~45% de lo que los analistas esperan para 2026 ($1.77); sobre la utilidad contable de los últimos 12 meses ($0.80, castigada por los gastos de la fusión) reparte el 100%. Impuestos: para quien no vive en EE.UU., EE.UU. retiene por defecto 30% de los dividendos; si tu país tiene tratado fiscal con EE.UU., la tasa puede ser menor (IRS, Publicaciones 515 y 901).
Acción y valuación. $16.82 de apertura (5 de octubre de 2026) en Nasdaq. Rango de 52 semanas: $16.16 (1 de octubre de 2026) – $20.61 (18 de diciembre de 2025); 18% abajo del máximo y 4% arriba del mínimo. Entre el 4 de septiembre ($19.43) y el 2 de octubre de 2026 ($16.78) cayó 13.6%, contra −6.0% del fondo de bancos regionales KRE; no encontramos un anuncio de la empresa que lo explique. Entre principios de agosto y principios de octubre los analistas bajaron su estimado para julio–septiembre de $0.51 a $0.41 por acción y para todo 2026 de $1.95 a $1.77 (Yahoo Finance). Capitalización ~$1,655 millones (98.4 millones de acciones comunes y NVCE). Utilidad contable de los últimos 12 meses $0.80 por acción: P/E ~21x, inflado por los gastos únicos de la fusión; ~9.5x lo esperado para 2026 ($1.77) y ~7.3x lo esperado para 2027 ($2.31, 7 analistas). Precio contra capital tangible: 16.82 / 18.19 ≈ 0.92x; contra valor en libros total: ≈ 0.69x. Warburg Pincus entró a $19.76, 17.5% arriba de nuestro precio. Analistas (Yahoo Finance): 1 compra fuerte, 2 compra y 4 mantener; precio objetivo promedio de 6 analistas $22.08 (rango $20–$25), +31.3% sobre el precio de compra. MarketBeat cuenta 1 compra y 5 mantener, con objetivo promedio de $21.50; Piper Sandler reiteró 'neutral' y subió su objetivo de $19 a $21 el 5 de agosto de 2026. Próximo reporte trimestral: 27 de octubre de 2026.
Riesgos. (1) Ejecución de la fusión: el valor depende de bajar gastos a ~$100 millones por trimestre en 2027 y de cobrar la cartera heredada; préstamos e inversiones bajo vigilancia de $541.5 millones ($313.9 millones de Flushing) y préstamos que dejaron de pagarse de $108.2 millones. El capital tangible por acción cayó 8% contra ~6% anticipado, y los analistas recortaron estimados para 2026. (2) Concentración inmobiliaria: 56% de los préstamos a inmuebles de inversionistas; concentración regulatoria de 381% del capital, cuando la guía de los reguladores de EE.UU. (2006) pide controles reforzados arriba de 300%; préstamos con renta regulada en Nueva York en salida gradual durante 8 a 12 trimestres. (3) Dividendo sin aumento desde 2022 y utilidad contable negativa en abril–junio de 2026. (4) Dilución: de 57.6 a 98.4 millones de acciones en un trimestre, más warrants de Warburg por el equivalente a 11.4 millones; el 7 de agosto de 2026 el presidente del consejo, John Buran, vendió 113,463 acciones a $19.40 (MarketBeat). (5) Concentración geográfica en Nueva Jersey, Nueva York y Long Island. (6) Tasas de interés y competencia: la empresa describió los márgenes de préstamos a empresas como históricamente apretados. (7) Impuestos: retención de 30% en EE.UU. para no residentes, menor con tratado.
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