WM — Waste Management, Inc.

IndustriaisAmérica do NorteEstados UnidosCertificado por blockchain

$204.51

Objetivo: $258.56 (+26.4%)

P/E Ratio

29.0

P/E Forward

22.5

Dividendo

1.85%

Cap. Mercado

$81.7B

EPS

$7.06

Consenso

Compra

O que fazem

Waste Management, Inc. — que se apresenta como WM — (sede em 800 Capitol Street, Houston, Texas; fundada em 1968; CEO Jim Fish desde 2016, que vai se aposentar: em 4 de janeiro de 2027 será substituído por John Morris, presidente da empresa desde maio de 2025; ~60.500 funcionários em 31 de dezembro de 2025 nos EUA, Canadá, Europa Ocidental e Índia) é a maior empresa de serviços ambientais da América do Norte, com a maior rede de aterros e a maior frota de coleta da região. Atua em quatro negócios: Coleta e destinação (o coração: caminhões que recolhem o lixo de casas, comércios, indústrias e prefeituras, 342 estações de transferência onde o lixo é reunido antes de ir para o aterro e 257 aterros sanitários — 253 de lixo comum e 4 de resíduos perigosos; no segundo trimestre de 2026 ficou com 38,6 centavos de lucro operacional por dólar de vendas), Reciclagem (113 usinas; a maior recicladora dos EUA e do Canadá; vendeu US$ 403 milhões no trimestre), Energia renovável (captura o gás que o lixo enterrado solta em 103 projetos — 62 que geram eletricidade, 24 que o vendem direto para indústrias e 17 de gás natural renovável no fim de 2025 — e no segundo trimestre de 2026 concluiu mais três usinas de gás renovável; vendeu US$ 157 milhões no trimestre) e WM Healthcare Solutions (a antiga Stericycle, comprada por ~US$ 7,2 bilhões em novembro de 2024: recolhe e trata resíduos médicos — material contaminado, seringas usadas, medicamentos e resíduos perigosos — de hospitais, consultórios, dentistas, veterinárias, casas de repouso, farmácias e laboratórios, e destrói papéis confidenciais com a marca Shred-it; tem 42 usinas de esterilização a vapor, 17 incineradores de resíduos médicos e 99 usinas de destruição de documentos; vendeu US$ 638 milhões no trimestre, ~9,5% do total). Seu maior cliente representa menos de 5% das vendas.

A chave do negócio é o aterro sanitário: abrir um novo exige licenças difíceis de conseguir, e quem as tem cobra por cada tonelada que entra. Por isso a WM sobe preços ano após ano: no segundo trimestre de 2026 seu preço base subiu 5,7% mesmo com 1,8% menos volume. Faturou US$ 25,204 bilhões em 2025 (+14,2%, com o primeiro ano completo da Stericycle) e espera entre US$ 26,275 e US$ 26,475 bilhões em 2026.

Por que gostamos

Três razões.

  • ENTRA MAIS DINHEIRO DO QUE SAI: no segundo trimestre de 2026 (divulgado em 28 de julho) seu lucro operacional ajustado (antes de juros, impostos e desgaste de equipamentos) subiu 5,5%, para US$ 2,067 bilhões — 9,1% sem contar a limpeza dos incêndios da Califórnia que inflou o mesmo trimestre de 2025 — e ficou com 30,9 centavos de cada dólar de vendas. No semestre seu caixa livre (o que sobra depois de operar e investir) subiu 57%, para US$ 2,024 bilhões: o dinheiro da operação cresceu 17% e o gasto com obras caiu 18%. Manteve a meta do ano — US$ 8,15–8,25 bilhões de lucro operacional e US$ 3,75–3,85 bilhões de caixa livre — e continua subindo preços: preço base +5,7% no trimestre.
  • SUAS DUAS APOSTAS NOVAS JÁ DÃO FRUTOS: no negócio médico (a antiga Stericycle) a margem subiu de 17,0% para 19,0%, as despesas administrativas caíram de 24–25% das vendas na época da compra para 18%, e a empresa espera mais de US$ 300 milhões em economias e vendas cruzadas até o fim de 2027. E o gás dos seus aterros: energia renovável vendeu US$ 157 milhões (+37%) com margem de 45%, e no trimestre inaugurou três usinas de gás natural renovável na Carolina do Sul e na Flórida.
  • PAGA CADA VEZ MAIS E ESTÁ MAIS BARATA QUE EM MARÇO: subiu o dividendo 14,5%, para US$ 0,945 por trimestre — seu 23º ano seguido de aumentos — e no trimestre devolveu US$ 1,04 bilhão aos donos (US$ 659 milhões em recompra das próprias ações e US$ 379 milhões em dividendos), com uma autorização de recompra de US$ 3 bilhões. A ação custa 17,6% menos que a máxima de 6 de março (US$ 248,13) e ~22,5 vezes o lucro que os analistas esperam para 2027 (US$ 9,11 por ação). Consenso Buy de 25 analistas com preço-alvo médio de US$ 258,56 (+26,4%). Já temos Republic Services e Waste Connections; a WM é a maior das três e a única com negócio médico.

Risco Principal

O nº 1: está chegando menos lixo. No segundo trimestre de 2026 o volume de coleta e aterros caiu 1,8% (0,4% sem contar a limpeza dos incêndios da Califórnia de 2025), o residencial caiu 2,9% — em parte porque abandonou contratos pouco rentáveis — e por isso cortou em ~0,6% a previsão de vendas do ano, para US$ 26,275–26,475 bilhões. Desde esse relatório a ação caiu ~15%. Quando a construção e a indústria desaceleram, chega menos lixo aos aterros. Outros:

  • o negócio médico demorou a se acertar: integrar a Stericycle 'levou um pouco mais do que pensávamos' (Jim Fish), em 2025 houve problemas para cadastrar e faturar clientes que obrigaram a empresa a dar créditos a eles, e no trimestre vendeu 1,2% menos (US$ 638 milhões); a meta de mais de US$ 300 milhões em economias e vendas cruzadas até 2027 ainda precisa ser cumprida;
  • dívida: ~US$ 23,4 bilhões, 2,96 vezes o lucro operacional de um ano, no teto da faixa de 2,5 a 3 vezes;
  • troca de CEO: Jim Fish, CEO desde 2016, vai se aposentar e John Morris assume em 4 de janeiro de 2027;
  • não está barata: ~29 vezes o que lucrou nos últimos 12 meses e ~25 vezes o esperado para 2026;
  • preços da reciclagem: o material reciclado foi vendido a ~US$ 75 por tonelada contra ~US$ 84 um ano antes;
  • dividendo modesto: ~1,85% ao ano, e se você não mora nos EUA há retenção de 30% (menos se seu país tiver tratado fiscal com os EUA);
  • concentração: junto com Republic Services e Waste Connections é nossa terceira empresa de lixo dos EUA, e as três se movem com o mesmo volume de lixo.

Este é um conteúdo educacional e informativo, não assessoria financeira. Sempre consulte um assessor financeiro qualificado antes de tomar decisões de investimento.

Vectorial Data escolheu WM em 2026-10-05 a $204.51.

Research Completo

Qué hace. Waste Management, Inc. (NYSE: WM; se presenta como WM; sede en 800 Capitol Street, Houston, Texas; fundada en 1968; CEO Jim Fish desde 2016; ~60,500 empleados de tiempo completo al 31 de diciembre de 2025 en EE.UU., Canadá, Europa Occidental e India) se describe como el principal proveedor de servicios ambientales de Norteamérica, con la red de rellenos y la flota de recolección más grandes de la región, y como el mayor reciclador de EE.UU. y Canadá. Al cierre de 2025 operaba 257 rellenos sanitarios (253 de residuos sólidos y 4 de residuos peligrosos), 342 estaciones de transferencia (donde junta la basura de muchos camiones antes de llevarla al relleno), 113 plantas de reciclaje (51 para material revuelto en un solo bote), 49 plantas de reciclaje orgánico y 103 proyectos que aprovechan el gas de sus rellenos (62 para generar electricidad, 24 de uso industrial directo y 17 de gas natural renovable). Reporta cuatro negocios: Recolección y disposición (el corazón), Reciclaje, Energía renovable y Healthcare Solutions. Su cliente más grande representa menos de 5% de sus ventas (10-K de 2025). Ventas de 2025: $25,204 millones (+14.2%, con el primer año completo de Stericycle).

Resultados (segundo trimestre de 2026, publicados el 28 de julio de 2026). Ingresos de $6,684 millones (+4.0%, contra $6,430 millones), impulsados por un precio base de +5.7%, un precio promedio de +3.6% en recolección y disposición y recargos por energía más altos, compensados en parte por menos volumen en Healthcare Solutions y precios más bajos del material reciclado. Ganancia operativa ajustada antes de intereses, impuestos, depreciación y amortización (EBITDA) de $2,067 millones (+5.5%; +9.1% sin la limpieza de incendios del año anterior), con margen de 30.9% (contra 30.5%). Utilidad neta de $785 millones ($1.95 por acción, contra $1.80); ajustada, $813 millones ($2.02 por acción, contra $1.92), arriba de los $1.98 que esperaba el consenso en Yahoo Finance. Flujo de operación de $1,726 millones (contra $1,545 millones) y efectivo libre de $1,104 millones (+34.5%). Semestre: flujo de operación de $3,227 millones (+17%), inversiones en activos de $1,280 millones (contra $1,563 millones; las de crecimiento sustentable — gas renovable y reciclaje — bajaron de $288 a $136 millones) y efectivo libre de $2,024 millones (+56.6%, contra $1,293 millones). Volumen en recolección y disposición: −1.8% (−0.4% sin la limpieza de los incendios de California que impulsó el segundo trimestre de 2025; en esa misma base los rellenos crecieron 1.7%); residencial −2.9%, en parte por dejar contratos de bajo margen. Los costos de operar la recolección subieron menos de 1.7% aunque los salarios subieron ~4%; según la empresa, su plataforma tecnológica para camiones (SmartTruck) ya genera más de $300 millones anuales de EBITDA. Jim Fish: 'El crecimiento de utilidades, la expansión de margen y la generación de efectivo del segundo trimestre reflejan la fortaleza de nuestro modelo de negocio'.

Metas 2026 (actualizadas el 28 de julio). Ingresos de $26,275 a $26,475 millones — ~0.6% menos que la meta anterior, 'principalmente por menores expectativas de volumen, compensadas en parte por recargos de energía más altos' —; EBITDA ajustado de $8,150 a $8,250 millones y efectivo libre de $3,750 a $3,850 millones, ambos sin cambio. Para julio–septiembre, 24 analistas esperan $2.19 por acción (+10.5% contra $1.98) y 21 esperan ventas de ~$6,804 millones (+5.6%) (Yahoo Finance). Próximo reporte trimestral: 27 de octubre de 2026.

WM Healthcare Solutions (el antiguo Stericycle). WM anunció la compra de Stericycle el 3 de junio de 2024 a $62 por acción en efectivo — valor total de ~$7,200 millones — y la cerró en noviembre de 2024; el 2 de enero de 2025 vendió los negocios de Stericycle en España y Portugal a Urbaser. Hoy opera como WM Healthcare Solutions: recoge y trata residuos médicos regulados (incluidos farmacéuticos y peligrosos) y destruye información confidencial con la marca Shred-it, en EE.UU., Canadá y Europa Occidental. Sus clientes: hospitales y sistemas de salud; consultorios, centros de cirugía, veterinarias, asilos, dentistas, urgencias, clínicas de diálisis y servicios de salud en casa; farmacias y laboratorios; además de aeropuertos, puertos, escuelas, funerarias, gobierno, bancos y despachos, con contratos de servicio programado. Infraestructura al cierre de 2025: 42 plantas de esterilización con vapor (autoclaves), 9 de tratamiento alternativo, 17 incineradores de residuos médicos y 99 plantas de destrucción de documentos. La integración fue más lenta de lo planeado: en 2025 hubo problemas para dar de alta a los clientes y facturarles, y la empresa tuvo que darles créditos; según Jim Fish, esos créditos tocaron su pico en el cuarto trimestre de 2025 y bajaron en el primero y en el segundo de 2026. Segundo trimestre de 2026: ingresos de $638 millones (−1.2%, contra $646 millones; ~9.5% del total de WM), EBITDA ajustado de $121 millones (contra $110 millones) y margen ajustado de 19.0% (contra 17.0%); la utilidad de operación fue de apenas $2 millones (contra −$23 millones un año antes) después de amortizaciones y costos de la compra. Fish: el negocio 'está integrado' y 'quizá tomó un poco más de lo que pensábamos cuando lo compramos'. Sus gastos administrativos bajaron de 24%–25% de las ventas al comprarlo a 18% al cierre del trimestre (el director de finanzas apunta a 15%–16%). Las ventas cruzadas — clientes médicos que además contratan la basura de WM, y al revés — ya suman ~$32 millones de EBITDA anual, con meta de $50 millones; en total, WM espera más de $300 millones de sinergias para fines de 2027. En enero de 2026 esperaba que este negocio creciera ~3% en ventas en el año, sobre todo por precio.

Energía renovable y reciclaje. Energía renovable (gas de rellenos convertido en electricidad y gas natural renovable): ingresos de $157 millones (+36.5%), EBITDA ajustado de $71 millones (contra $53 millones), margen de 45.2%. En el trimestre terminó tres plantas de gas natural renovable — dos en Carolina del Sur y una en Florida — que agregan ~3.5 millones de MMBtu de producción anual esperada; para 2026 planeaba poner en marcha seis plantas de gas renovable. Reciclaje: ingresos de $403 millones (+5.8%), EBITDA ajustado de $92 millones (contra $70 millones), margen de 22.8% (contra 18.4%), aunque el precio promedio del material reciclado de bote único bajó a ~$75 por tonelada desde ~$84. Juntos, el EBITDA de reciclaje y energía renovable creció ~33%.

Dividendo y capital. Dividendo trimestral de $0.945 por acción ($3.78 al año), 14.5% más que los $0.825 de 2025; es su 23er año consecutivo de aumentos (anunciado en diciembre de 2025 junto con una nueva autorización de recompra de $3,000 millones). Sobre $204.51: ~1.85% anual. Equivale a ~46% de los $8.14 por acción que 28 analistas esperan que gane en 2026 (Yahoo Finance). En el segundo trimestre devolvió $1,040 millones a sus dueños: $659 millones en recompras y $379 millones en dividendos; en el semestre, ~$1,000 millones en recompras y $764 millones en dividendos. El último dividendo ($0.945) tuvo fecha de corte el 11 de septiembre y se pagó el 25 de septiembre de 2026, así que no le toca a quien compra ahora; el siguiente pago trimestral, que por costumbre llega en diciembre (en 2025 la fecha de corte fue el 5 de diciembre), sí. WM suele anunciar en diciembre el aumento del año siguiente. Deuda total de ~$23,400 millones (Yahoo Finance); el director de finanzas reportó una deuda de 2.96 veces el EBITDA al cierre del trimestre, en el tope de su meta de 2.5 a 3 veces.

Impuestos. WM es una empresa de EE.UU.: si no vives en EE.UU., se retiene 30% del dividendo, o menos si tu país tiene tratado fiscal con EE.UU. (IRS, retención a extranjeros no residentes; tasas por país en la Publicación 901).

Liderazgo. El 26 de agosto de 2026 WM anunció que Jim Fish — CEO desde 2016 y con más de 25 años en la empresa — se retira y deja el consejo. John Morris, presidente desde mayo de 2025 (más de 30 años en la industria; antes director de operaciones, director de estrategia, vicepresidente de operaciones de campo y gerente del área de la Ciudad de Nueva York), será presidente y CEO desde el 4 de enero de 2027 y entrará al consejo; Fish seguirá como asesor hasta mediados de febrero de 2027. Morris: 'Estoy comprometido a construir sobre ese legado'.

Acción. $204.51 de apertura (5 de octubre de 2026) en NYSE. Rango de 52 semanas: $194.11 (3 de noviembre de 2025) a $248.13 (6 de marzo de 2026); a nuestro precio está 17.6% abajo del máximo. Cerró en $239.41 el 28 de julio, día del reporte, y nuestro precio está 14.6% abajo de ese cierre. Comparando cierres del 28 de julio al 5 de octubre de 2026: WM −13.7%, Waste Connections −8.8%, Republic Services −1.8%, el ETF de industriales XLI −6.8% y el S&P 500 +4.6% (Yahoo Finance). En 12 meses WM baja 6.1% contra +14.6% del S&P 500 (Yahoo Finance). Capitalización ~$81,700 millones (399.7 millones de acciones). P/E sobre la utilidad contable de 12 meses ($7.06): ~29.0x; sobre la ajustada de 12 meses ($7.74): ~26.4x; sobre la esperada para 2026 ($8.14): ~25.1x; para 2027 ($9.11): ~22.5x. Beta de 0.43: históricamente se mueve menos de la mitad que el mercado. Consenso de 25 analistas: Buy (recomendación promedio 1.75 en Yahoo Finance: 3 compra fuerte, 16 compra, 9 mantener, ninguna venta), con precio objetivo promedio de $258.56 (rango $220–$277), 26.4% arriba del precio de compra.

En el portafolio. Es nuestra tercera empresa de basura de Norteamérica, después de Republic Services (RSG, pick #157 del 31 de agosto de 2026 a $221.66) y Waste Connections (WCN, pick #162 del 15 de septiembre de 2026 a $162.23), además de Veolia (VEOEY) en Europa. WM es la más grande de las tres (ventas de $25,204 millones en 2025) y la única con negocio de residuos médicos.

Riesgos. (1) Volumen: −1.8% en recolección y disposición en el segundo trimestre (−0.4% sin incendios), residencial −2.9%, y meta de ventas recortada ~0.6%; la basura de construcción e industria baja cuando la economía se frena. (2) Healthcare Solutions: integración más lenta de lo planeado, créditos a clientes en 2025, ventas −1.2% en el trimestre y utilidad de operación de solo $2 millones; la meta de más de $300 millones de sinergias para 2027 aún debe cumplirse. (3) Deuda: ~$23,400 millones, 2.96 veces el EBITDA, en el tope de su meta. (4) Cambio de CEO el 4 de enero de 2027. (5) Valuación: ~29x la utilidad contable de 12 meses y ~25x la esperada para 2026. (6) Materias primas: material reciclado a ~$75 por tonelada contra ~$84; el gas renovable depende de los precios de la energía. (7) Dividendo modesto (~1.85%) y retención de 30% para no residentes en EE.UU. (menos con tratado). (8) Concentración: tres empresas de basura de EE.UU. en el portafolio, que se mueven con el mismo volumen.

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Pesquisado: 05/10/2026Atualizado: 05/10/2026Próxima revisão: 05/04/2027

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