NVDA — NVIDIA Corporation
$236.07
Objetivo: $328.72 (+39.2%)
P/E Ratio
29.8
P/E Forward
14.9
Dividendo
0.42%
Cap. Mercado
$5700.4B
EPS
$7.91
Consenso
Compra forte
O que fazem
NVIDIA Corporation (Nasdaq: NVDA; sede em 2788 San Tomas Expressway, Santa Clara, Califórnia; fundada em 1993; seu cofundador Jensen Huang é CEO desde o primeiro dia; diretora financeira Colette Kress; ~42.000 funcionários em 38 países no fim do ano fiscal 2026, 31.000 deles em pesquisa e desenvolvimento) inventou o processador gráfico (GPU) em 1999 para videogames e se tornou a empresa que projeta a infraestrutura com a qual se treina e se usa a inteligência artificial. Não fabrica seus chips: ela os projeta, e quem os produz são TSMC e Samsung; a memória ela compra de SK hynix, Micron e Samsung.
Reporta dois grandes negócios. Data Center (US$ 89,0 bilhões em maio–julho de 2026, 92,5% das vendas): os chips Blackwell e a nova geração Vera Rubin (já em plena produção), os processadores Grace e Vera, os equipamentos de rede que conectam milhares de chips entre si (Spectrum-X) e o software CUDA, que existe desde 2006 e é usado para programar seus chips. Desses US$ 89,0 bilhões, US$ 49,0 bilhões foram comprados pelas grandes nuvens (como Amazon, Microsoft, Google e Oracle) e US$ 40,0 bilhões pelas nuvens novas especializadas em IA (como CoreWeave e Nebius), governos, indústria e empresas. Edge Computing — tudo o que não fica num data center — (US$ 7,2 bilhões, +27%): placas GeForce e RTX para games e computadores, estações de trabalho e os computadores de carros autônomos e robôs.
Atenção ao calendário: o ano fiscal termina no fim de janeiro, então o 'segundo trimestre do ano fiscal 2027' é maio–julho de 2026. E o preço já reflete o desdobramento de 10 para 1 de junho de 2024.
Por que gostamos
Três razões.
- NINGUÉM DESSE TAMANHO CRESCE ASSIM: em maio–julho de 2026 (divulgado em 26 de agosto) vendeu US$ 96.221 milhões, mais que o dobro de um ano antes (+106%), e foi o quarto trimestre seguido em que o crescimento acelerou. Superou o que os analistas esperavam (~US$ 92,2 bilhões em vendas e US$ 2,22 por ação contra ~US$ 2,10). Só em fevereiro–julho vendeu US$ 177.837 milhões — 82% de tudo o que vendeu no ano fiscal anterior. Para agosto–outubro espera US$ 108 bilhões, e sua diretora financeira, Colette Kress, projetou crescer ~70% no ano fiscal 2028, quando os analistas esperavam ~44%. Ela esclareceu que é uma projeção limitada pela oferta: as previsões dos clientes apontam para vendas dobrando, e as cinco maiores nuvens investiriam quase US$ 800 bilhões em 2026 e US$ 1,3 trilhão em 2027.
- UMA MÁQUINA DE CAIXA QUE DEVOLVE CADA VEZ MAIS: de cada dólar que vende, sobram 75 centavos depois de fabricar e 66 depois de pagar pesquisa e salários. Em fevereiro–julho gerou US$ 69.895 milhões de caixa livre, e só em maio–julho devolveu aos donos ~US$ 26 bilhões (~US$ 20 bilhões em recompras e ~US$ 6 bilhões em dividendos). Em maio multiplicou o dividendo por 25 (de US$ 0,01 para US$ 0,25 por trimestre) e em 28 de setembro de 2026 autorizou mais US$ 150 bilhões para recomprar ações — um recorde —, ficando com US$ 235 bilhões disponíveis que planeja usar no máximo até o ano fiscal 2028: ~4% do que vale a empresa inteira.
- NÃO ESTÁ TÃO CARA QUANTO PARECE: a US$ 236,07 custa ~30 vezes o lucro dos últimos doze meses, mas ~25 vezes o que os analistas esperam para o ano fiscal que termina em janeiro de 2027 (US$ 9,31 por ação) e ~15 vezes o do que termina em janeiro de 2028 (US$ 15,80). Depois do resultado de agosto, os analistas subiram ~23% a estimativa para esse ano (no início de agosto de 2026 esperavam US$ 12,84). Consenso Strong Buy: de 61 analistas, 58 recomendam comprar, 2 manter e 1 vender; o preço-alvo médio de 59 deles é US$ 328,72 (+39%).
Risco Principal
O #1: depende de que um punhado de gigantes continue gastando em IA — e a NVIDIA financia parte desse gasto. 92,5% das vendas são data centers; as grandes nuvens compraram US$ 49,0 bilhões dos US$ 96.221 milhões do trimestre e um único cliente direto representou 16% das vendas (em fevereiro–julho, três clientes somaram 16%, 15% e 13%). Além disso, a NVIDIA já tem US$ 99 bilhões investidos em empresas do seu próprio ecossistema — criadores de modelos de IA, nuvens e financiadoras — mais US$ 25 bilhões comprometidos, e em agosto de 2026 assinou garantias de até US$ 105 bilhões para um campus de data centers que a SB Energy constrói para a OpenAI em Ohio. Se o gasto em IA desacelerar, cairiam ao mesmo tempo as vendas e o valor dessas apostas. Outros:
- a memória ficou mais cara: a diretora financeira fala em 'condições de preços extremas'; a margem bruta vai de 75% para 74% em agosto–outubro e para 71%–72% em novembro–janeiro, antes de ficar em 72%–73% no ano fiscal 2028 com os aumentos de preço já aplicados;
- os clientes fazem seus próprios chips: o Google anunciou seu chip TPU de oitava geração e já o vende diretamente a certos clientes, e o negócio de chips próprios da Amazon (Trainium) cresce a taxas de três dígitos;
- China: não conta com vender ali chips para data centers; os EUA lhe deram licenças para vender chips H200 a certos clientes chineses, mas o governo chinês trava essas compras, os envios pagam uma tarifa de 25% que a NVIDIA absorve, e ela registrou uma baixa de US$ 400 milhões por H200 que já não têm demanda;
- recebe mais devagar: os clientes lhe devem US$ 63.059 milhões (em janeiro eram US$ 38.466 milhões) e levam ~60 dias para pagar porque ela deu mais prazo em compras grandes — por isso em maio–julho o caixa livre (US$ 21.341 milhões) foi bem menor que o lucro (US$ 59.688 milhões);
- compromissos enormes: comprometeu-se a comprar US$ 279 bilhões em fabricação e memória (eram US$ 119 bilhões no fim de abril de 2026); se a demanda cair, esses contratos pesam;
- compramos na máxima histórica e ela oscila forte: caiu 20% entre outubro de 2025 e março de 2026 e mais 19% entre maio e julho de 2026; se move ~2,2 vezes o que o mercado se move;
- dividendo simbólico: ~0,42% ao ano — o retorno depende de a empresa continuar crescendo.
Este é um conteúdo educacional e informativo, não assessoria financeira. Sempre consulte um assessor financeiro qualificado antes de tomar decisões de investimento.
Vectorial Data escolheu NVDA em 2026-10-05 a $236.07.
Research Completo
Qué hace. NVIDIA Corporation (Nasdaq: NVDA; sede en 2788 San Tomas Expressway, Santa Clara, California; constituida en California en abril de 1993; su cofundador Jensen Huang es presidente y CEO desde la fundación; directora de finanzas Colette Kress; ~42,000 empleados en 38 países al cierre del año fiscal 2026, 31,000 de ellos en investigación y desarrollo) se define como una empresa de infraestructura de inteligencia artificial a escala de centros de datos. Inventó la GPU en 1999, lanzó en 2006 CUDA — la plataforma de software que corre en todas sus GPU y con la que se programan — y en 2012 la red neuronal AlexNet, entrenada en sus GPU, marcó el arranque de la IA moderna (10-K del año fiscal 2026). Ha invertido más de $76,700 millones en investigación y desarrollo desde su fundación. No fabrica: TSMC y Samsung producen sus obleas, compra la memoria a SK hynix, Micron y Samsung, y Hon Hai (Foxconn), Wistron y Fabrinet ensamblan y prueban sus productos. Su año fiscal cierra a finales de enero: el segundo trimestre del año fiscal 2027 es mayo–julio de 2026. El precio ya refleja el split de 10 a 1 de junio de 2024.
Dos plataformas. Centros de datos ($89,000 millones en mayo–julio de 2026; +18% contra el trimestre anterior y +117% en un año; 92.5% de las ventas): GPU Blackwell y Vera Rubin (en plena producción, con racks funcionando en CoreWeave, Google Cloud, Microsoft Azure, Oracle Cloud Infrastructure y Nebius), los procesadores Grace y Vera (Vera es 'el primer CPU hecho para agentes de IA'; según Kress, Grace ya factura más de $5,000 millones en doce meses y espera que esa cifra se más que duplique en el año fiscal 2028), equipos de red Spectrum-X y Spectrum-6, el acelerador Groq 3 LPX y software. Por tipo de cliente: grandes nubes $49,000 millones (+13% trimestral) y nubes especializadas en IA, industria y empresas $40,000 millones (+25% trimestral, +138% anual). La IA para gobiernos, vendida sobre todo a través de nubes regionales, creció 35% en el trimestre y más que se triplicó en un año; la red tuvo otro trimestre récord (+18% trimestral). Edge Computing ($7,200 millones; +13% trimestral, +27% anual): PCs con RTX (incluida una alianza con Microsoft para el RTX Spark en Windows), estaciones DGX, la plataforma DRIVE Hyperion para robotaxis (con Foxconn, VinFast, Uber y HUMAIN) y robótica (Jetson Thor, Isaac GR00T).
Resultados (mayo–julio de 2026, publicados el 26 de agosto de 2026). Ingresos $96,221 millones (+18% trimestral, +106% anual), arriba de los ~$92,200 millones que esperaban los analistas; cuarto trimestre seguido de crecimiento acelerado. Margen bruto 75.0% (72.4% un año antes). Gastos de operación $8,408 millones (+55%), de ellos $7,054 millones en investigación y desarrollo. Utilidad de operación $63,734 millones (+124%): 66 centavos por cada dólar vendido. Utilidad neta $59,688 millones (+126%) y $2.46 por acción (+128%), que incluye $7,771 millones de ganancias por el valor de sus inversiones en otras empresas; sin esas partidas (cifra ajustada, que desde este año ya descuenta lo que paga a empleados en acciones) fue de $53,954 millones y $2.22 por acción (+120%; los analistas esperaban ~$2.10). Efectivo de la operación $24,077 millones y efectivo libre $21,341 millones (en febrero–julio, $69,895 millones): menos que la utilidad porque las cuentas por cobrar subieron $22,346 millones y el inventario $5,784 millones. Semestre febrero–julio: ingresos $177,837 millones (+96%) y utilidad neta $118,010 millones. Base: el año fiscal 2026 (a enero de 2026) cerró con ingresos de $215,938 millones (+65%) y utilidad de $120,067 millones (+65%); en todo el año fiscal 2023 había vendido $26,974 millones. La acción cerró en $209.66 el 26 de agosto y en $227.98 el 27 de agosto (+8.7%).
Lo que la empresa espera. Agosto–octubre de 2026: ingresos de $108,000 millones ±2% (su primer trimestre arriba de $100,000 millones; los analistas esperaban ~$104,200 millones), margen bruto de 74.0% ±0.5 puntos y gastos de operación de ~$9,200 millones, sin contar ventas de chips para centros de datos en China. En la llamada con analistas, Kress pronosticó ingresos ~70% mayores en el año fiscal 2028 (febrero de 2027–enero de 2028), contra ~44% que esperaban los analistas, y lo llamó 'un pronóstico limitado por la oferta': espera que la oferta siga siendo el cuello de botella al menos hasta el cierre de ese año, y los pronósticos de sus clientes apuntan a que sus ventas se dupliquen. El margen bruto tocaría fondo en 71%–72% en noviembre de 2026–enero de 2027 y quedaría en 72%–73% en el año fiscal 2028, cuando entren en vigor aumentos de precio ya ejecutados; la causa son 'condiciones de precios extremas' en la memoria. Contexto que dio la empresa: los pedidos pendientes de la industria de la nube superan $2,000,000 millones; las cinco nubes más grandes invertirían casi $800,000 millones en 2026 y $1,300,000 millones en 2027; y AWS (Amazon) instalará 2 millones de GPU adicionales entre agosto de 2026 y julio de 2028.
Balance y compromisos (al 26 de julio de 2026). $56,600 millones en efectivo e inversiones de deuda, más $42,783 millones en acciones de empresas que cotizan y $51,157 millones en empresas privadas (eran $22,251 millones en enero). En total tiene $99,000 millones invertidos en empresas de su ecosistema y $25,000 millones más comprometidos (creadores de modelos de IA, financiadoras de infraestructura y otras empresas privadas). Deuda: $33,500 millones en bonos (colocó $24,896 millones en el trimestre) y un programa de papel comercial de $25,000 millones sin usar. Cuentas por cobrar: $63,059 millones (eran $38,466 millones en enero); cinco clientes concentran 22%, 14%, 13%, 11% y 10% de ese saldo, y el plazo promedio de cobro subió a 60 días por plazos más largos en compras grandes. Inventario: $31,575 millones, preparando el arranque de Vera Rubin. Compromisos de compra de fabricación y memoria: $279,000 millones (eran $119,000 millones al cierre de abril de 2026). Garantías: en agosto de 2026 firmó garantías de hasta $105,000 millones para el terreno, la energía y los edificios de un campus de ~4.25 gigawatts que SB Energy construye en Pike County, Ohio, para una filial de OpenAI (primera fase esperada en el año fiscal 2029; a cambio, el sitio alojará solo infraestructura de NVIDIA); con otras garantías a nubes de IA, su exposición máxima suma $108,500 millones. Y estrenó un modelo con nubes de IA socias que compran sus equipos mientras NVIDIA se compromete a rentarles capacidad: $36,000 millones en compromisos, típicamente a seis años.
Dividendo y recompras. Hasta marzo de 2026 pagaba $0.01 por acción al trimestre; el 18 de mayo de 2026 lo subió a $0.25 (25 veces más). En mayo–julio pagó $6,047 millones en dividendos (~10% de la utilidad del trimestre) y $19,732 millones en recompras; en total devolvió ~$26,000 millones. El último dividendo ($0.25; registro 10 de septiembre, pagado el 1 de octubre de 2026) ya no le toca a quien compra el 5 de octubre; el siguiente depende de que el consejo lo declare. A $0.25 por trimestre son $1.00 al año: ~0.42% sobre $236.07. Recompras: quedaban $99,000 millones autorizados al 26 de julio; el 28 de septiembre de 2026 el consejo autorizó $150,000 millones más — un récord — para un total de $235,000 millones que la empresa espera ejecutar a más tardar en el año fiscal 2028: ~4% de su valor en bolsa. Impuestos: NVIDIA es una empresa de EE.UU.; si no vives en EE.UU., al dividendo se le retiene 30%, o menos si tu país tiene tratado fiscal con EE.UU. (con 0.42% de dividendo, el efecto es mínimo).
Acción y valuación. Compra a $236.07 (apertura del 5 de octubre de 2026 en Nasdaq). El récord de cierre previo era $235.74 (14 de mayo de 2026) y el máximo intradía $237.88 (2 de octubre de 2026): la compramos prácticamente en su máximo histórico. Rango de 52 semanas: $164.27 (30 de marzo de 2026) a $240.10. En 2026 sube ~27% (cerró 2025 en $186.50). Recorrido reciente: −20% del 29 de octubre de 2025 ($207.04) al 30 de marzo de 2026 ($165.17); +43% hasta el 14 de mayo ($235.74); −19% hasta ~$190 a fines de julio; +24% desde entonces. Beta de 2.2: se mueve ~2.2 veces lo que el mercado. Con 24,147 millones de acciones, a $236.07 vale ~$5,700,000 millones. Utilidad por acción de los últimos doce meses: $7.91 (incluye ganancias por inversiones), P/E ~29.8x. Analistas: $9.31 por acción para el año fiscal 2027 (51 analistas; ~25.4x) y $15.80 para el año fiscal 2028 (53 analistas; ~14.9x; rango $9.80–$18.75); a principios de agosto de 2026 esperaban $12.84 para ese año. Para agosto–octubre esperan $2.47 por acción (+90%) y $108,977 millones en ventas. Consenso de 61 analistas: 10 compra fuerte, 48 compra, 2 mantener y 1 vender; precio objetivo promedio $328.72 (mediana $315; rango $180–$515), 39% arriba del precio de compra. Próximo reporte: 17 de noviembre de 2026.
Riesgos. (1) Concentración en el gasto en IA: 92.5% de las ventas son centros de datos; las grandes nubes compraron $49,000 millones del trimestre; un cliente directo fue el 16% de las ventas de mayo–julio (en febrero–julio, tres clientes sumaron 16%, 15% y 13%), y la empresa estima que una compañía de investigación de IA aportó una parte importante de sus ventas comprando servicios de nube a sus clientes. Además financia parte de ese gasto: $99,000 millones invertidos y $25,000 millones comprometidos en su ecosistema, y garantías por hasta $108,500 millones. Si el gasto en IA se frena, caen a la vez sus ventas y el valor de esas apuestas. (2) Memoria: precios 'extremos' llevarán el margen bruto de 75% a 71%–72% en noviembre–enero. (3) Competencia de los chips propios de sus clientes: Google anunció su TPU de octava generación y ya vende TPU directamente a ciertos clientes, y el negocio de chips propios de Amazon (Trainium) crece a tasas de tres dígitos (The Motley Fool, 7 de mayo de 2026). (4) China: no cuenta con ventas de chips para centros de datos ahí; EE.UU. otorgó licencias para vender H200 a ciertos clientes chinos, pero el gobierno chino frena esas compras y empuja a sus empresas hacia competidores locales; los envíos son menos de 1% de las ventas de centros de datos, pagan un arancel de 25% al pasar por EE.UU. que NVIDIA absorbe, y registró un cargo de $400 millones por H200 sin demanda. (5) Cobranza: cuentas por cobrar de $63,059 millones y 60 días de cobro; el efectivo libre del trimestre ($21,341 millones) quedó muy por debajo de la utilidad ($59,688 millones). (6) Compromisos: $279,000 millones en compras de fabricación y memoria y $36,000 millones en capacidad de nube; si la demanda cae, pesan. (7) Cadena de suministro concentrada en Asia, sobre todo en Taiwán y Corea del Sur. (8) Reguladores de competencia de EE.UU., la Unión Europea, el Reino Unido, China y Corea del Sur le piden información sobre sus ventas, cómo reparte la oferta y sus inversiones en creadores de modelos de IA. (9) Precio: la compramos en su máximo histórico, después de dos caídas de ~20% en el último año. (10) Dividendo simbólico (~0.42%): el retorno depende del crecimiento.
En el portafolio. Primera compra de NVIDIA. Completa la cadena de la IA que ya tenemos: TSMC (TSM) fabrica sus chips, Micron (MU) le vende memoria, ASML y Applied Materials (AMAT) hacen las máquinas con las que se fabrican los chips, Cadence (CDNS) el software con el que se diseñan, y Broadcom (AVGO) y ARM son otras piezas del mismo auge. Eso también es un riesgo: con NVIDIA, el portafolio queda todavía más expuesto a que el gasto en IA siga creciendo.
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O autor pode manter posições nos títulos discutidos.
O desempenho passado não garante resultados futuros.